domingo, 19 de setembro de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Indústria das multas ou irresponsabilidade no trânsito?
Radares nunca multam os motoristas disciplinados
A mídia ocupa-se, freqüentemente, de três problemas relativos ao trânsito: os acidentes com vítimas fatais, os flagrantes de desrespeito à legislação e os veementes protestos de motoristas quanto à "indústria das multas" oriunda da instalação de inúmeros radares em avenidas e estradas.
Nunca estarei nesse último grupo, porque fui penalizada menos de dez vezes, em 34 anos de volante, e reconheci sempre que tinha mesmo transgredido alguma norma. Merecia, então, a punição do Estado, pois ela era, sobretudo, uma advertência, tal como as repreensões paternas, de que havia assumido riscos passíveis de danos, talvez irreparáveis, a mim ou a outras pessoas.
Em todas as ocasiões, fiquei constrangida e concluí que precisava ser mais cautelosa, principalmente quando estivesse com passageiros, pois suas vidas estariam em minhas mãos. Atualmente, não me preocupo com o correio, diante da remota possibilidade de receber detestáveis avisos do Detran, mas não tenho segurança para dirigir em estrada, ao presenciar procedimentos absurdos cometidos por muitos motoristas, mesmo quando estão transportando seus filhos.
Existem algumas madames arrogantes e mocinhas irreverentes que insultam guardas de trânsito e agem como se todos estivessem nas vias públicas para servi-las. Os homens constituem, entretanto, a maior parcela do contingente que não se acanha de transformar cada deslocamento dos brasileiros numa terrível aventura e, algumas vezes, em tragédia real. Esse grupo é formado pelo jovem onipotente, o senhor de 30/35 anos muito experiente em volante e manobras próprias de campeões, o empresário com pose de dono da estrada, o caminhoneiro calejado pela exposição diária ao perigo, o taxista aflito para livrar-se de seu passageiro e conseguir outro, o condutor de ônibus em extenuantes jornadas de trabalho e o lavrador com seu veículo em péssimo estado de conservação.
São todos aventureiros que desafiam as leis da física e o bom senso em ultrapassagens indevidas, velocidade incompatível com a pista e o tráfego, pressão sobre o motorista da frente, "costura" entre as diversas faixas, desprezo pela sinalização, uso de celular e muitas outras infrações com previsíveis conseqüências para ganhar alguns minutos no trajeto ou demonstrar que entendem bastante de carros, mecânica e estradas.
É lamentável perceber que eles não se consideram transgressores da lei e comprometedores da ordem social, podendo tornar-se homicidas a qualquer momento. Pelo contrário, assumem uma identidade de pessoas de bem, com autoridade suficiente para recriminar políticos corruptos, clamar contra assassinos e solicitar mais empenho do Estado para eliminar a violência que vem comprometendo severamente o bem-estar dos brasileiros. Sua incoerência é tão nítida que aceitam, plenamente, as câmeras de circuito interno em seu edifício ou em sua empresa para garantir sua vida e seu patrimônio, mas desmoralizam os radares, questionando sua legalidade quando são flagrados acima do limite estabelecido.
Essa ferramenta nunca expede, entretanto, multa para os que se mantêm dentro dos parâmetros da sinalização ou do bom senso. Motoristas disciplinados pedem, pelo contrário, mais fiscalização, porque querem assegurar seu direito de ir e vir sem qualquer sobressalto. Desejam também que isso aconteça com seus pais, seus filhos e seus amigos, pois a morte no trânsito é sempre evitável e gera um sofrimento atroz para os sobreviventes.
A mídia ocupa-se, freqüentemente, de três problemas relativos ao trânsito: os acidentes com vítimas fatais, os flagrantes de desrespeito à legislação e os veementes protestos de motoristas quanto à "indústria das multas" oriunda da instalação de inúmeros radares em avenidas e estradas.
Nunca estarei nesse último grupo, porque fui penalizada menos de dez vezes, em 34 anos de volante, e reconheci sempre que tinha mesmo transgredido alguma norma. Merecia, então, a punição do Estado, pois ela era, sobretudo, uma advertência, tal como as repreensões paternas, de que havia assumido riscos passíveis de danos, talvez irreparáveis, a mim ou a outras pessoas.
Em todas as ocasiões, fiquei constrangida e concluí que precisava ser mais cautelosa, principalmente quando estivesse com passageiros, pois suas vidas estariam em minhas mãos. Atualmente, não me preocupo com o correio, diante da remota possibilidade de receber detestáveis avisos do Detran, mas não tenho segurança para dirigir em estrada, ao presenciar procedimentos absurdos cometidos por muitos motoristas, mesmo quando estão transportando seus filhos.
Existem algumas madames arrogantes e mocinhas irreverentes que insultam guardas de trânsito e agem como se todos estivessem nas vias públicas para servi-las. Os homens constituem, entretanto, a maior parcela do contingente que não se acanha de transformar cada deslocamento dos brasileiros numa terrível aventura e, algumas vezes, em tragédia real. Esse grupo é formado pelo jovem onipotente, o senhor de 30/35 anos muito experiente em volante e manobras próprias de campeões, o empresário com pose de dono da estrada, o caminhoneiro calejado pela exposição diária ao perigo, o taxista aflito para livrar-se de seu passageiro e conseguir outro, o condutor de ônibus em extenuantes jornadas de trabalho e o lavrador com seu veículo em péssimo estado de conservação.
São todos aventureiros que desafiam as leis da física e o bom senso em ultrapassagens indevidas, velocidade incompatível com a pista e o tráfego, pressão sobre o motorista da frente, "costura" entre as diversas faixas, desprezo pela sinalização, uso de celular e muitas outras infrações com previsíveis conseqüências para ganhar alguns minutos no trajeto ou demonstrar que entendem bastante de carros, mecânica e estradas.
É lamentável perceber que eles não se consideram transgressores da lei e comprometedores da ordem social, podendo tornar-se homicidas a qualquer momento. Pelo contrário, assumem uma identidade de pessoas de bem, com autoridade suficiente para recriminar políticos corruptos, clamar contra assassinos e solicitar mais empenho do Estado para eliminar a violência que vem comprometendo severamente o bem-estar dos brasileiros. Sua incoerência é tão nítida que aceitam, plenamente, as câmeras de circuito interno em seu edifício ou em sua empresa para garantir sua vida e seu patrimônio, mas desmoralizam os radares, questionando sua legalidade quando são flagrados acima do limite estabelecido.
Essa ferramenta nunca expede, entretanto, multa para os que se mantêm dentro dos parâmetros da sinalização ou do bom senso. Motoristas disciplinados pedem, pelo contrário, mais fiscalização, porque querem assegurar seu direito de ir e vir sem qualquer sobressalto. Desejam também que isso aconteça com seus pais, seus filhos e seus amigos, pois a morte no trânsito é sempre evitável e gera um sofrimento atroz para os sobreviventes.
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Educação para Trânsito
Chuva leve também gera risco de aquaplanagem; veja dicas de direção
Perigo é maior no caso de asfalto muito irregular ou 'liso' demais.
Risco de o carro perder contato com o solo cresce com desgaste de pneus.
A volta dos dias de chuva traz também o perigo dos acidentes de trânsito provocados pela pista mais escorregadia. As pistas molhadas facilitam, sobretudo, as colisões traseiras. A chuva, mesmo leve, também pode ocasionar perda de contato do carro com o solo, a chamada aquaplanagem. O risco é maior em caso de asfalto com muita irregularidade ou ‘liso’ demais.
“Nesse tipo de superfície, mesmo com uma chuva leve, mas que não pára, pode haver acúmulo de água”.
A 100 km/h, o atrito entre o pneu e a superfície cai pela metade. O veículo precisa de mais distância para parar".
O perigo é maior nas rodovias por causa da velocidade. “A 100 km/h, o atrito entre o pneu e a superfície cai pela metade. O veículo precisa de mais distância para parar”. A falta de manutenção também aumenta a chance de o carro perder contato com o solo. “Uma lâmina d’água de 3 ou 5 milímetros já ocasiona aquaplanagem num veículo leve. A 120 km/h, com o pneu um pouco gasto, o risco é grande.”
A formação de lâmina ou bolsão de água não é normal em um pavimento bem feito. Nem mesmo quando há chuva forte. “Nas rodovias, há uma espécie de capa sobre o asfalto, que tende a ‘jogar’ rapidamente para fora a água acumulada”. O clima de cada região exige uma adaptação do projeto da rodovia ou das ruas: “Onde chove mais, o pavimento dura menos. É preciso uma estrutura mais forte.”
Risco de o carro perder contato com o solo cresce com desgaste de pneus.
A volta dos dias de chuva traz também o perigo dos acidentes de trânsito provocados pela pista mais escorregadia. As pistas molhadas facilitam, sobretudo, as colisões traseiras. A chuva, mesmo leve, também pode ocasionar perda de contato do carro com o solo, a chamada aquaplanagem. O risco é maior em caso de asfalto com muita irregularidade ou ‘liso’ demais.
“Nesse tipo de superfície, mesmo com uma chuva leve, mas que não pára, pode haver acúmulo de água”.
A 100 km/h, o atrito entre o pneu e a superfície cai pela metade. O veículo precisa de mais distância para parar".
O perigo é maior nas rodovias por causa da velocidade. “A 100 km/h, o atrito entre o pneu e a superfície cai pela metade. O veículo precisa de mais distância para parar”. A falta de manutenção também aumenta a chance de o carro perder contato com o solo. “Uma lâmina d’água de 3 ou 5 milímetros já ocasiona aquaplanagem num veículo leve. A 120 km/h, com o pneu um pouco gasto, o risco é grande.”
A formação de lâmina ou bolsão de água não é normal em um pavimento bem feito. Nem mesmo quando há chuva forte. “Nas rodovias, há uma espécie de capa sobre o asfalto, que tende a ‘jogar’ rapidamente para fora a água acumulada”. O clima de cada região exige uma adaptação do projeto da rodovia ou das ruas: “Onde chove mais, o pavimento dura menos. É preciso uma estrutura mais forte.”
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Chuva e direção.Cuidados básicos
Saiba como evitar a 'herança maldita' na hora de comprar um carro usado
Comprar um carro zero quilômetro requer pesquisas em série: sobre concessionárias, promoções, juros e relação custo-benefício. A aquisição de um veículo usado, no entanto, exige cuidados que vão um pouco além desses. Um automóvel que já circulou pelas ruas e estradas pode esconder problemas difíceis de captar à primeira vista, das marcas de pequenas batidas às "sequelas" de enchentes.
Em situações assim também devesse tomar cuidado com as adulterações no hodômetro de mais de 30 mil quilômetros que podem ser percebidas pelos pneus e pelo pedal da embreagem. De acordo com especialistas, o pedal da embreagem tem validade entre 60 mil quilômetros e 70 mil quilômetros. Um pedal “cansado” é aquele que fica pesado ao colocar o pé. Também é importante testar a primeira marcha e a ré. “Se a marcha engatou sem arranhar, é um bom sinal”, explica especialistas.
Especialistas destacam também que a primeira troca de pneus acontece entre 50 mil e 60 mil quilômetros rodados. “Se o pneu estiver muito novo e o hodômetro apontar 40 mil quilômetros, fique esperto. Nessa quilometragem o pneu já deve estar gasto, mas ainda bom para usar”.
Ainda sobre o estado dos pneus, especialistas ressalta que o desgaste deve estar uniforme, principalmente dos pneus da frente. Segundo ele, se houver desgaste maior na parte externa ou na parte interna, o carro está desalinhado, o que indica problemas na suspensão. “Se passar a mão e sentir uma escadinha, também é indicação de problemas”, afirma. Tirar o estepe do porta-malas para checagem é outra medida importante. “Pode acontecer de o carro ser vendido com o estepe furado”.
O interior do carro é outro ponto que revela o tempo de uso do veículo. Apenas veículos com mais de 70 mil quilômetros rodados possuem desgastes nas alavancas de freio de mão, no couro que envolve a alavanca do câmbio e nas borrachas dos pedais — estas chegam a ficar carecas. Já os volantes apresentam desgaste com 60 mil quilômetros, devido à ação do ácido úrico encontrado no suor das mãos. Bancos abaulados também indicam o tempo de uso do carro.
Outra forma de verificar se a quilometragem é compatível com o indicado é pelo manual do carro, em que ficam registradas as revisões, ou por notas fiscais que comprovem serviços efetuados no veículo. “Peça o manual para o antigo proprietário. Lá constam todas as revisões com data e quilometragem, assim é possível ver se há proporcionalidade com a quilometragem atual do modelo”.
Como em muitos casos o manual não existe mais. “Nelas estarão a mesma relação que aparecem no manual com as revisões”, diz. “Se a pessoa não tiver o manual, nem as notas fiscais, então o jeito é verificar pneus e embreagem.
O próximo passo é identificar ruídos. Recomenda-se, que o cliente faça um test-drive com o carro e passe por buracos, para sentir rangidos na suspensão e no freio. Em relação ao motor, fique atento se há ruídos contínuos no rolamento. “Tipo o barulho de liquidificador”, exemplifica. Outro aspecto para ser verificado é se o carro tende para um lado ou para outro. “Durante a avaliação na rua, faça em silêncio, para nenhum barulho passar despercebido”, aconselha.
Batidas e enchentes
De volta à loja, pare o carro e abra o capô em um local claro. O primeiro item a ser verificado é a viga de metal que fica sobre os faróis. Se a iluminação ainda for a original, nessa parte haverá selos de fábrica. “Quando o carro bate de frente, normalmente, afeta os faróis. Quando as peças são de reposição, elas não possuem esse selo de certificação da fábrica”, explica o especialista
Em seguida, faça a vistoria do compartimento do motor e procure vazamentos de óleo e resíduos de massa de funilaria, que é um pó esbranquiçado e fino. “Se este resíduo está no compartimento do motor, significa que o carro saiu de reparo”. No mesmo local, cheque os parafusos de fixação dos para-lamas laterais, que são pintados em preto. “Quando a pessoa troca o para-lama, tira a tinta do parafuso, deixando marcas. Mas não se preocupe com risquinhos.”
É importante notar se o número do chassi está raspado e o estado de conservação do motor. “Tem carros com mais de 100 mil km que pode ser considerado semi novo de tão bem conservado”.
Para não comprar o “mico” de um carro que ficou na enchente, especialistas recomenda que se verifique o óleo. De acordo com ele, o lubrificante tem que estar marrom. “Se estiver esbranquiçado é porque entrou água de enchente no motor”, observa. Cheiro de mofo no interior do carro também é indicação de que entrou água no carro.
Cuidados extras
Os especialistas aconselham os consumidores a contratar um mecânico de confiança para fazer a vistoria do carro, caso não estejam seguros para avaliar por si mesmos. Após a compra, eles afirmam que a verificação é necessária, assim como a troca da correia dentada e do filtro de óleo. “A correia dentada é o coração do carro. Por via das dúvidas, é melhor trocar”.
Em situações assim também devesse tomar cuidado com as adulterações no hodômetro de mais de 30 mil quilômetros que podem ser percebidas pelos pneus e pelo pedal da embreagem. De acordo com especialistas, o pedal da embreagem tem validade entre 60 mil quilômetros e 70 mil quilômetros. Um pedal “cansado” é aquele que fica pesado ao colocar o pé. Também é importante testar a primeira marcha e a ré. “Se a marcha engatou sem arranhar, é um bom sinal”, explica especialistas.
Especialistas destacam também que a primeira troca de pneus acontece entre 50 mil e 60 mil quilômetros rodados. “Se o pneu estiver muito novo e o hodômetro apontar 40 mil quilômetros, fique esperto. Nessa quilometragem o pneu já deve estar gasto, mas ainda bom para usar”.
Ainda sobre o estado dos pneus, especialistas ressalta que o desgaste deve estar uniforme, principalmente dos pneus da frente. Segundo ele, se houver desgaste maior na parte externa ou na parte interna, o carro está desalinhado, o que indica problemas na suspensão. “Se passar a mão e sentir uma escadinha, também é indicação de problemas”, afirma. Tirar o estepe do porta-malas para checagem é outra medida importante. “Pode acontecer de o carro ser vendido com o estepe furado”.
O interior do carro é outro ponto que revela o tempo de uso do veículo. Apenas veículos com mais de 70 mil quilômetros rodados possuem desgastes nas alavancas de freio de mão, no couro que envolve a alavanca do câmbio e nas borrachas dos pedais — estas chegam a ficar carecas. Já os volantes apresentam desgaste com 60 mil quilômetros, devido à ação do ácido úrico encontrado no suor das mãos. Bancos abaulados também indicam o tempo de uso do carro.
Outra forma de verificar se a quilometragem é compatível com o indicado é pelo manual do carro, em que ficam registradas as revisões, ou por notas fiscais que comprovem serviços efetuados no veículo. “Peça o manual para o antigo proprietário. Lá constam todas as revisões com data e quilometragem, assim é possível ver se há proporcionalidade com a quilometragem atual do modelo”.
Como em muitos casos o manual não existe mais. “Nelas estarão a mesma relação que aparecem no manual com as revisões”, diz. “Se a pessoa não tiver o manual, nem as notas fiscais, então o jeito é verificar pneus e embreagem.
O próximo passo é identificar ruídos. Recomenda-se, que o cliente faça um test-drive com o carro e passe por buracos, para sentir rangidos na suspensão e no freio. Em relação ao motor, fique atento se há ruídos contínuos no rolamento. “Tipo o barulho de liquidificador”, exemplifica. Outro aspecto para ser verificado é se o carro tende para um lado ou para outro. “Durante a avaliação na rua, faça em silêncio, para nenhum barulho passar despercebido”, aconselha.
Batidas e enchentes
De volta à loja, pare o carro e abra o capô em um local claro. O primeiro item a ser verificado é a viga de metal que fica sobre os faróis. Se a iluminação ainda for a original, nessa parte haverá selos de fábrica. “Quando o carro bate de frente, normalmente, afeta os faróis. Quando as peças são de reposição, elas não possuem esse selo de certificação da fábrica”, explica o especialista
Em seguida, faça a vistoria do compartimento do motor e procure vazamentos de óleo e resíduos de massa de funilaria, que é um pó esbranquiçado e fino. “Se este resíduo está no compartimento do motor, significa que o carro saiu de reparo”. No mesmo local, cheque os parafusos de fixação dos para-lamas laterais, que são pintados em preto. “Quando a pessoa troca o para-lama, tira a tinta do parafuso, deixando marcas. Mas não se preocupe com risquinhos.”
É importante notar se o número do chassi está raspado e o estado de conservação do motor. “Tem carros com mais de 100 mil km que pode ser considerado semi novo de tão bem conservado”.
Para não comprar o “mico” de um carro que ficou na enchente, especialistas recomenda que se verifique o óleo. De acordo com ele, o lubrificante tem que estar marrom. “Se estiver esbranquiçado é porque entrou água de enchente no motor”, observa. Cheiro de mofo no interior do carro também é indicação de que entrou água no carro.
Cuidados extras
Os especialistas aconselham os consumidores a contratar um mecânico de confiança para fazer a vistoria do carro, caso não estejam seguros para avaliar por si mesmos. Após a compra, eles afirmam que a verificação é necessária, assim como a troca da correia dentada e do filtro de óleo. “A correia dentada é o coração do carro. Por via das dúvidas, é melhor trocar”.
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Cuidados ao comprar um carro usado
Como colocar o estepe
Alguns modelos existe uma ou duas guias que ajudam a fixar a roda, ficando mais fácil apertar os parafusos ou as porcas, fazendo menos força para encaixar a roda.
Se o carro não tiver essas guias, fica mais difícil para encaixar a roda, pois ira exigir força até encaixar o primeiro parafuso.
Ao colocar os parafusos faça-os em cruz. Coloque um em cima e outro embaixo. Depois de fixados com a mão utilize a chave de roda para terminar o aperto.
Olhe a roda que está trocando de frente, quando estiver com os parafusos afrouxados a roda estará inclinada.
À medida que for apertando os parafusos ela vai ficando reta. Quando não conseguir mais, abaixe o carro e libere o macaco.
Aperte novamente quando o carro estiver com as rodas no chão, nessa parte, será necessária mais força.
Evite ficar curvado, isso pode causar danos a sua coluna. Se ficar em dúvida se a roda está ou não bem encaixada, saia com o carro em velocidade reduzida e quando avistar um posto de combustível, ou mesmo uma borracharia, peça para alguém lhe ajudar e conferir se está tudo em ordem.
Se o carro não tiver essas guias, fica mais difícil para encaixar a roda, pois ira exigir força até encaixar o primeiro parafuso.
Ao colocar os parafusos faça-os em cruz. Coloque um em cima e outro embaixo. Depois de fixados com a mão utilize a chave de roda para terminar o aperto.
Olhe a roda que está trocando de frente, quando estiver com os parafusos afrouxados a roda estará inclinada.
À medida que for apertando os parafusos ela vai ficando reta. Quando não conseguir mais, abaixe o carro e libere o macaco.
Aperte novamente quando o carro estiver com as rodas no chão, nessa parte, será necessária mais força.
Evite ficar curvado, isso pode causar danos a sua coluna. Se ficar em dúvida se a roda está ou não bem encaixada, saia com o carro em velocidade reduzida e quando avistar um posto de combustível, ou mesmo uma borracharia, peça para alguém lhe ajudar e conferir se está tudo em ordem.
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Manutenção do veículo
Cuidado para não esquentar
No verão, e é importante ficar atento aos cuidados com o automóvel para não ficar na mão.
Somente o calor não é causador de nenhum problema especifico no veículo, mas a falta de uma manutenção adequada junta com o excesso de calor é o que pode contribuir para o surgimento de problemas.
Pois o calor potencializa os problemas mais existentes. A influencia de temperatura mais alta fica por conta apenas da oscilação de pressão nos pneus.
É muito importante uma manutenção da qualidade e quantidade de água adequada no radiador, cuidados com o freio, ventoinha e ar-condicionado.
A falta de cuidado com a água pode gerar o empenamento das válvulas do cabeçote, o que pode acarretar em sérios problemas no motor.
Verifique o fluído de freio, deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros rodados ou anualmente, pois se ele supera o limite de aquecimento, pode gerar a perda total do sistema de frenagem.
Troque o filtro anti-pólem, além da higienização do o ar-condicionado uma vez por ano. O ideal é ligar o ar-condicionado pelo menos uma vez por semana, por dez minutos, para que os componentes de borracha como juntas, mangueiras e anéis fiquem lubrificados.
Se usar o ar frio por muito tempo, ligue o ar-quente do ar condicionado por alguns minutos para o excesso de água depositado na caixa de ar seja eliminado.
Somente o calor não é causador de nenhum problema especifico no veículo, mas a falta de uma manutenção adequada junta com o excesso de calor é o que pode contribuir para o surgimento de problemas.
Pois o calor potencializa os problemas mais existentes. A influencia de temperatura mais alta fica por conta apenas da oscilação de pressão nos pneus.
É muito importante uma manutenção da qualidade e quantidade de água adequada no radiador, cuidados com o freio, ventoinha e ar-condicionado.
A falta de cuidado com a água pode gerar o empenamento das válvulas do cabeçote, o que pode acarretar em sérios problemas no motor.
Verifique o fluído de freio, deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros rodados ou anualmente, pois se ele supera o limite de aquecimento, pode gerar a perda total do sistema de frenagem.
Troque o filtro anti-pólem, além da higienização do o ar-condicionado uma vez por ano. O ideal é ligar o ar-condicionado pelo menos uma vez por semana, por dez minutos, para que os componentes de borracha como juntas, mangueiras e anéis fiquem lubrificados.
Se usar o ar frio por muito tempo, ligue o ar-quente do ar condicionado por alguns minutos para o excesso de água depositado na caixa de ar seja eliminado.
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